O segredo da verdadeira alegria - Harvey Newcomb

O segredo da verdadeira alegria

Harvey Newcomb

O segredo da verdadeira alegria consiste numa sincera submissão à vontade de Deus. É maravilhoso descansar docilmente em Sua mão — e não conhecer nenhuma vontade senão a dele!

A doutrina de uma providência especial é preciosa ao coração do cristão. Ela o capacita a ver a mão de Deus em cada acontecimento. Essa é a razão por que é tão pecaminosa a atitude lamuriosa, descontente, insubmissa. É difícil reconhecer que existe a graça de Deus no coração da pessoa que habitualmente abriga esse tipo de disposição pecaminosa. O primeiro sentimento de uma alma renascida é a submissão à vontade de Deus.

Somos propensos a perder de vista a mão de Deus nas pequenas dificuldades e perplexidades, que ocorrem dia a dia, olhando apenas para as causas secundárias. Com frequência, fazemos o mesmo em questões mais importantes. Quando somos injuriados ou insultados pelos outros, tendemos a murmurar e reclamar, descarregando nossa indignação contra as causas diretas do nosso sofrimento, esquecendo que esses são meros “instrumentos empregados por Deus” para provar a nossa fé, ou para punir os nossos pecados.

Na doutrina do agir secreto da Providência divina é que temos o mais forte motivo para uma resignação sincera e alegre a todas as tribulações e dificuldades, provas e aflições, que vêm sobre nós nesta vida — quaisquer que sejam as suas causas diretas. Sabemos que elas são ordenadas por nosso Pai celestial, cujas “ternas misericórdias permeiam todas as suas obras” (Sl 145.9), e que Ele “não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens” (Lm 3.33).

Quaisquer que sejam nossas aflições, uma vez que estamos salvos do inferno, somos monumentos da Sua misericórdia. “Por que se queixa o vivente? por que se queixa o varão do castigo dos seus pecados?” (Lm 3.39 — Trad. Brasileira).

Estamos seguros de que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8.28). As aflições desta vida são as fiéis correções de um Pai meigo e bom. “...porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe” (Hb 12.6). Como nos consola pensar que todos os nossos sofrimentos são designados para mortificar e subjugar nossas corrupções, para afastar-nos do mundo, e guiar-nos a um mais humilde e constante senso de dependência de Deus! Quanta ingratidão mostra o filho de Deus que se queixa da conduta de um Pai tão meigo e fiel!

Deus nos dará tudo aquilo que Ele vê que é melhor para nós. E com certeza devemos estar satisfeitos com isso, porque Ele, que vê o fim desde o princípio, sabe melhor do que nós aquilo que é para o nosso bem. É nosso dever manter um espírito satisfeito e alegre em cada situação da vida. Se Deus dirige todos os nossos caminhos e prometeu nos dar exatamente aquilo que Ele sabe que precisamos, sem dúvida devemos descansar satisfeitos com aquilo que temos; pois sabemos que isso é exatamente o que o Senhor, em Sua infinita sabedoria e ilimitada bondade, achou certo nos conceder.

As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem (Jo 10.27).

 

 

Ao homem que teme ao SENHOR, Ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).

 

 

Aplica-te ao estudo da Palavra.

 

Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto (Is 55.6).

 

 

Onde está, ó morte, o teu aguilhão? (1Co 15.55)

 

 

Orar bem é estudar bem.

 

 

Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente (Is 40.8).

       

   Em tudo dai graças (1Ts 5.18).

 

 

Ao homem que teme ao SENHOR, ele o instruirá no caminho que deve escolher (Sl 25.12).

 

 

Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez os céus e a terra (Sl 121.1-2)

 

 

 

 

     

A vereda dos justos é como a luz da aurora, que brilha mais e mais até ser dia perfeito (Pv 4.18)
 
Deus tudo vê

 

Não temais, pequenino rebanho.

 

 

 

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